Apr 30 2010

O Witchdoctor

Tags: História, Novidades, WizardGregory Farias

EAEAEAEAEAE monolada!!!!!!1!!

1º: desculpa ai pessaol, era pra eu ter postado isso na semana passada, mas eu perdi meu HD, e junto com ele TODOS os textos do D3.

2º como podem perceber, hoje é o dia do Witchdoctor, esse texto foi o mais chato de traduzir, isso pq ficaria muito feio traduzir witchdoctor para “doutor bruxo” ou “doutor feiticeiro”, isso é nome de vilão da Marvel ou da DC… então deixei como Witchdoctor mesmo^^. Algumas coisas eu traduzi mas deixei entre parenteses o nome original, isso porque quando nós jogarmos o D3, esses lugares não terão os nomes traduzidos :(

Mas vamo ao que importa neh, be heappy!!

O Witchdoctor

Retirado dos escritos de Abd al-Hazir

witch doctor Diablo 3

witch doctor Diablo 3

A maioria das pessoas acredita que o temível Witchdoctor da raça Umbaru é uma lenda, mas eu o vi um em uma batalha com meus próprios olhos. Até então era difícil de acreditar. Derrotou seu adversário com uma precisão assustadora, atacando a mente e o corpo da vítima com elixires e poções que evocavam fogos, explosões e espíritos virulentos. Como se isto não bastasse, o feiticeiro também tinha o poder de invocar mortos-vivos vindos das profundezas para dilacerar a carne do corpo do inimigo.

Deparei-me com esta rara visão quando eu fui para as profundezas da densa floresta de Torajan que abrange o extremo sul do grande continente Oriental na vasta área conhecida pelo nome de Teganze. Meu objetivo era encontrar as tribos que vivem pela região. Esta área é muito remota e, portanto, escondida dos olhos estrangeiros. Tive a sorte de fazer amizade com o Witchdoctor que eu vi na batalha e, através dele, sua tribo: a tribo das Cinco Colinas (Five Hills).

A cultura dos Umbaru da baixa Teganze é fascinante e deixa perplexo aqueles que são nativos de outras vidas mais civilizadas. Por exemplo, a tribo das Cinco Colinas entra freqüentemente em uma luta tribal com o clã das Sete Pedras (Seven Stones) e a tribo do Vale Nublado (Clouded Valley), mas eles estão lutando para fins rituais, não conquista. Eu já ouvi histórias de que os vencedores dessas guerras usam sacrifício humano para restaurarem seus abastecimentos de matéria prima. Quando eu timidamente perguntei sobre isso para eles, devo admitir suas risadas me fizeram começar a temer pela minha segurança. Todavia, tropeçando sobre a comunicação de tais questões complexas sobre o que constitui o valor e honra em sua sociedade, percebi, para meu alívio, que são considerados dignos apenas para o sacrifício ritual dos capturados durante a batalha.

Depois de várias discussões com os meus anfitriões, descobri que estas tribos se definem pela sua crença na Mbwiru Eikura, que traduz aproximadamente a “A Terra Amorfa” (esta é uma tradução imprecisa porque este conceito não é “traduzível” à nossa cultura e nossa língua). Esta crença sustenta que a realidade verdadeira e sagrada é bloqueada pelo físico do que vivemos normalmente. Suas principais cerimônias públicas voltadas para sacrifícios para a força da vida que flui de seus deuses, que habitam na Terra Amorfa, abaixo deste reino físico.

Os Witchdoctors estão em sincronia com essa Terra Amorfa e são capazes de treinar suas mentes para perceber esta realidade através de uma combinação de rituais e o uso de raízes e ervas selecionadas encontradas na selva. Chamam o estado em que eles interagem com esse outro mundo do Transe Fantasma (Ghost Trance).

Juntamente com o princípio da crença na força da vida e da Terra Amorfa, a crença segundo a mais sagrada das tribos é a sua filosofia de auto-sacrifício e não a individualidade, do interesse de suprimir o ego para o bem da tribo. Esta idéia, tão estranha à nossa cultura, pareceu-me algo que eu queria entender muito mais profundamente.

Infelizmente, houve uma repentina “agitação social” entre as tribos devido a sua guerra mais recente (pelo menos o que entendi ao se seguir da confusão), e a atmosfera carregada me fez partir antes que pudesse fazer mais perguntas aos meus anfitriões.

Sobre o Autor:

Abd al-Hazir é um renomado cavalheiro, historiador e professor. Ele recentemente inicou uma investigação sem precedentes, catalogando e compilando as informações dos locais e habitantes deste mundo.

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AEAEAEAEAEAAEAE, num sei c v6 perceberam mas essa tradução ta meio tosca, pelo menos eu achei, num gostei muito dela (da tradução, do witchdoctor sim). Mas é isso ai manolada….

Semana que vem: Wizard (na minha opinião o melhor!!!!)

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Apr 14 2010

O Bárbaro

Tags: Barbarian, Classes, História, NovidadesGregory Farias

Eae pessoal,

To devolta, e como prometido o texto dos bárbaros, mas antes, não sei se vocês acessam algum forum da Blizzard, caso sim, eu peço a ajuda de vocês para me escolherem como moderador do fórum brasuca da blizz (SIM!!! a Blizz está vindo para o Brasil queridos!!!!).

Vamos ao que interessa:

O Bárbaro

Bárbaro

Dos escritos de Abd al-Hazir

Na minha viagem para catalogar os diferentes habitantes, fauna e o nosso próprio mundo, eu tenho ido a vários lugares, mas nunca fui golpeado pelo desânimo tal como quando eu estive de pé nas muralhas da antiga fortaleza de Bastion’s Keep. Eu vim para ver em primeira mão os Bárbaros, aqueles quase-lendários, imensos, implacáveis, da fúria da dupla-empunhadura sobre seu sagrado Monte Arreat.

Em vez disso, eu fico aqui olhando para uma montanha que foi dilacerada por uma força extraordinária. A vista, devo confessar, é incompreensível. Mas o que eu vejo diante de mim não pode ser negado.

O que realmente aconteceu aqui? Onde estão os majestosos guerreiros da antiguidade?

Embora eles tivessem sido uma vez descritos como simples invasores sanguinários, a longa e nobre história deste povo orgulhoso agora é justamente reconhecido. E é aí que reside a maior tragédia aqui, para aqueles de nossos familiares com a nobreza dos bárbaros lembrarem também que eles chamam de sua “vigília”, o conceito que estava no cerne de sua cultura. Os bárbaros consideram ser seu dever proteger o Monte Arreat e o misterioso objeto dentro. Eles acreditam que, se deixar de exercer o seu dever ao grande monte, ou não são dadas um enterro apropriado sobre suas inclinações, será negada a morte de um verdadeiro guerreiro, e os seus espíritos devem percorrer a terra, sem honra para toda a eternidade.

Se ainda existem bárbaros com vida, eles realmente devem viver sem esperança. Talvez essa seja a gênese dos boatos das coisas monstruosas ditas para lembrar os bárbaros em seu tamanho e ferocidade, mas na realidade, nada mais do que bestas inumanas e irracionais. Poderia a destruição de não só de suas casas, mas também de suas crenças terem levado essa magnífica raça a um declínio tão baixo?

Sobre o autor:

Abd al-Hazir é um renomado cavalheiro, historiador e professor. Ele recentemente inicou uma investigação sem precedentes, catalogando e compilando as informações dos locais e habitantes deste mundo.

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É isso ai, esse ficou até melhor pq eu coloquei uma imagem neh =D, tentei colocar um flash na testo mas nom consegui, mas da próxima eu acho que dá sim XD~~

Semana que vem: Alguma coisa, ainda não decidi o que vai ser.

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Apr 07 2010

O Monge – Texto da classe, apresentação e novidades.

Tags: Classes, Monk, NovidadesGregory Farias

Olá galera,

Meu nome é Greg e eu vou estar ajudando o Richard nesse site.

No momento eu vou traduzir os textos do site do Diablo 3, vou começar pelas classes (eba!!!).

Pretendo colocar uma por semana =D

Bom pra começar, a maior tradução e mais difícil de todas:

O Monge


Retirado dos escritos de Abd al-Hazir

As últimas semanas do outono já haviam passado por Ivgorod, e os primeiros sopros de inverno surgiam no ar. Quando a noite caiu e mergulhou o sol abaixo do horizonte, fiquei grato ao poder me refugiar em uma taverna. Quando entrei, notei uma certa tensão na sala. Apesar do horário, não estava muito movimentada, apenas uns grupos pequenos amontoados nas mesas ao redor dos cantos da sala. Os bancos no centro da sala estavam vazios, exceto por um homem.

O homem parecia imune ao frio. Ele estava vestido como um mendigo, vestindo pouco mais que um pano laranja em volta do seu corpo, deixando metade do seu peito exposto. Tinha um colar de grandes contas de madeira pendurado em seu grosso pescoço. Tinha a cabeça completamente raspada, com exceção de uma espessa barba selvagem. Então, o reconhecimento que me impressionou: a testa, ele tinha uma tatuagem de dois pontos vermelhos, um maior que o outro. Como qualquer estudante informado dos povos e culturas do mundo, percebi, este homem era um dos monges de Ivgorod, os guerreiros secretos e reclusos do Santo País.

Eu tinha ouvido inúmeras histórias fantásticas sobre os monges, histórias que certamente haviam sido exageradas significativamente. A pele dos monges, eles disseram, é tão dura como ferro, impenetrável pela lâmina de uma espada ou pela ponta de qualquer flecha, e seus punhos poderiam quebrar pedra tão facilmente como você ou eu pode quebrar um galho seco. Embora o homem simples diante de mim não parecia nem de longe um dos monges que tinha lido ou ouvido, me aproximei com cautela e me sentei no banco em frente a ele, ansioso para conhecê-lo. Ele estendeu a mão em minha direção.

“Ah, enfim uma alma com coragem suficiente para se sentar comigo. Venha, meu amigo.”

O alimento foi colocado diante de mim, mas eu estava com pouca fome para comer, concentrava-me em gravar os detalhes da vida do monge. Ele me falou de sua crença na existência de mil e um deuses, deuses esses que ele acreditava que poderiam ser encontrados em todas as coisas: no fogo da lareira, na água do rio e o ar que respiramos. Bonita o suficiente para uma história, talvez. Mas qualquer pessoa fundamentada certamente, como eu fiz, zombaria dessa visão do mundo como pouco mais do que uma superstição. Ele passou a descrever o seu intenso treinamento físico e mental, sua busca incessante para aprimorar a sua mente e seu corpo em um instrumento de justiça divina. Embora eu queira saber o que é preciso para seus mil e um deuses exigir um homem mortal para implementar a sua vontade. Quando lhe perguntei por que ele não carregava uma espada ou, de fato, qualquer tipo de arma, ele simplesmente respondeu: “Meu corpo é minha arma”. Então, levantando a mão e colocando em sua testa, ele acrescentou: “Assim como é minha mente.”

Para minha surpresa, eu assisti uma demonstração de sua maestria.

Um grupo de homens aproximou-se de nossa mesa, derrubando o meu livro no chão e me empurrando para fora do caminho, apresentando facas e outras armas e avançando. Eles se concentraram apenas na figura solitária do monge sentado à minha frente. Eu me joguei para de baixo da mesa, tendo uma idéia do que estava por vir. Vi como o atacavam, como se respondesse a um sinal invisível.

Sem sequer levantar-se do banco, o monge recebeu o ataque selvagem do primeiro homem, ele agarrou seu pulso e o jogou por cima de seu ombro. O ataque do monge foi tão rápido que deixou os outros atordoados, como estavam ali parados, o monge se levantou.

Foi quando se irrompeu o caos.

O monge se tornou uma massa de energia incontrolável que fluía, enfrentava cada investida sem demonstrar medo em momento algum. Lutava com os pés e as mãos de uma forma que eu jamais tinha visto. Já assisti a várias lutas em tavernas, mas essa era totalmente diferente. O som dos ossos se rompendo com os ataques do monge se misturava com algo que eu custei a acreditar: ele ria enquanto lutava. Ele derrotou todos até que sobrou apenas um.

Ele lançou uma cadeira uma cadeira no monge, que estendeu o braço e golpeou-a poderosamente com seus punhos fechados. A madeira estourou em uma nuvem de estilhaços que voaram por todos os lados e caíram em volta do monge, intacto.

“Não me enganas, demônio”, bradou o monge. Com as mãos estendidas a sua frente, entoou um cântico. Ao redor de sua cabeça surgiu uma luz branca, que ia crescendo de tamanho e intensidade até cobrir seu corpo completamente. O monge rugiu e lançou a luz em direção ao homes. Ao ser tocado pela luz, a pele do homem queimando e descascando, revelando um demônio de pele vermelha, que foi lançado pela porta da frente da taverna.

O monge se lançou à frente, mas seus movimentos eram muito rápidos para meus olhos acompanharem. Parecia que havia sete monges lançando uma chuva de golpes por todos os lados do demônio. Atordoado, o demônio tropeçou. O monge agarrou-o pelo pescoço, sorrindo enquanto movimentava seu braço, estalos de energia e brilhos saiam de sua mão aberta. Ele colocou sua mão no demônio, e quando o atingiu, seu corpo explodiu: carne pele e osso partido e o cheiro de carne queimada preencheu o ar.

Eu não teria acreditado se eu não tivesse visto com meus próprios olhos. Parece que as histórias destes guerreiros inigualáveis podem não ter sido tão exageradas como eu pensava.

Sobre o Autor:

Abd al-Hazir é um renomado cavalheiro, historiador e professor. Ele recentemente inicou uma investigação sem precedentes, catalogando e compilando as informações dos locais e habitantes deste mundo.

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É isso ai pessoal, semana que vem eu posto mais.

Próxima semana: Barbarian

PS.: Esse post está muito feio, é que eu não sei colocar nada =D

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