Na minha viagem para catalogar os diferentes habitantes, fauna e o nosso próprio mundo, eu tenho ido a vários lugares, mas nunca fui golpeado pelo desânimo tal como quando eu estive de pé nas muralhas da antiga fortaleza de Bastion’s Keep. Eu vim para ver em primeira mão os Bárbaros, aqueles quase-lendários, imensos, implacáveis, da fúria da dupla-empunhadura sobre seu sagrado Monte Arreat.
Em vez disso, eu fico aqui olhando para uma montanha que foi dilacerada por uma força extraordinária. A vista, devo confessar, é incompreensível. Mas o que eu vejo diante de mim não pode ser negado.
O que realmente aconteceu aqui? Onde estão os majestosos guerreiros da antiguidade?
Embora eles tivessem sido uma vez descritos como simples invasores sanguinários, a longa e nobre história deste povo orgulhoso agora é justamente reconhecido. E é aí que reside a maior tragédia aqui, para aqueles de nossos familiares com a nobreza dos bárbaros lembrarem também que eles chamam de sua “vigília”, o conceito que estava no cerne de sua cultura. Os bárbaros consideram ser seu dever proteger o Monte Arreat e o misterioso objeto dentro. Eles acreditam que, se deixar de exercer o seu dever ao grande monte, ou não são dadas um enterro apropriado sobre suas inclinações, será negada a morte de um verdadeiro guerreiro, e os seus espíritos devem percorrer a terra, sem honra para toda a eternidade.
Se ainda existem bárbaros com vida, eles realmente devem viver sem esperança. Talvez essa seja a gênese dos boatos das coisas monstruosas ditas para lembrar os bárbaros em seu tamanho e ferocidade, mas na realidade, nada mais do que bestas inumanas e irracionais. Poderia a destruição de não só de suas casas, mas também de suas crenças terem levado essa magnífica raça a um declínio tão baixo?
Sobre o autor:
Abd al-Hazir é um renomado cavalheiro, historiador e professor. Ele recentemente inicou uma investigação sem precedentes, catalogando e compilando as informações dos locais e habitantes deste mundo.
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Faz o with doctor mano
Esse é na verdade o que eu deveria ter postado na quinta, mas eu perdi meu HD e to traduzindo tudo novamente ¬¬’
cara mto boa a tradu adoro jogar de barbaro e obviamente diablo,gostei da historia e gostaria de saber mais sobre o mundo.
Tambem gosto de Jogar com os Barbaros, fortes e destemidos sao bucha para canhao de batalhas.
Gostei muito do comentario. e insporador
ED
desde que o barbaro deu as caras no D2 eu nunca parei de jogar com ele, me identifico! achava do caralho o efeito da immortal king!!!
jogarei de barbaro tb no D3!
Gostei da idéia da Blizzard desenterrar um nome esquecido como “Abd al-Hazir” ou “Abdul al Hazred”, que de acordo com o livro de Lovercraft, foi um filósofo, professor…etc… enfim, um sujeito culto do oriente médio que parte em peregrinação em busca de conhecimento e acaba ficando louco. Acabando seus “rolos de papiros” passou a curtir pele de cadáveres como folhas e substituir a tinta por sangue… assim nasceu o famoso livro “Demônios do deserto” que mais tarde se denominou “Necronomicom” do Latim – algo como ” Nomes mortos… ou esquecidos”, é algo do gênero, depende da interpretação de cada pessoa… Enfim, estou aqui só para elucidar uma coisa… jogarei com o bárbaro porque gosto de tosquera…. macho que é macho, cata o Diablo na unha….
Concordo com o Hexor.